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Adenomiose na FIV: a doença pode atrapalhar o resultado?
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Adenomiose na FIV: a doença pode atrapalhar o resultado?

Imagem ilustrativa de um útero.
Imagem meramente ilustrativa (Banco de imagens: Shutterstock)

 Entenda como a adenomiose pode influenciar o sucesso da FIV e quais são os melhores tratamentos para lidar com essa condição

O desejo de engravidar é comum a muitos casais. No entanto, quando problemas de fertilidade surgem, esse sonho pode parecer mais distante. Uma das condições uterinas que podem causar infertilidade é a adenomiose. Conforme a Organização Mundial da Saúde (OMS), afeta 1 a cada 10 mulheres em todo o mundo.

Ainda que a fertilização in vitro (FIV) seja um tratamento eficaz em muitos casos de infertilidade, a presença da condição pode levantar muitas dúvidas e preocupações. Por isso, é fundamental entender como a adenomiose e FIV se relacionam para que o tratamento de reprodução assistida seja realizado com maiores chances de eficácia.

Agende uma consulta com um dos nossos especialistas!

O que é adenomiose?

Para entender como ocorre a interferência da adenomiose na FIV, é fundamental compreender que a doença se caracteriza pelo crescimento anormal do endométrio, tecido que reveste o útero, dentro do miométrio, a camada muscular do útero.

A princípio, essa condição benigna era constantemente relacionada a mulheres que já tiveram filhos, com idades entre 30 e 50 anos. No entanto, atualmente, é possível confirmar que a adenomiose também é presente em mulheres mais jovens. Em parte dos casos, a condição não apresenta sintomas, porém, quando aparentes, podem ser:

  • Menstruação intensa e prolongada;
  • Dor pélvica;
  • Cólicas menstruais severas.

O tratamento visa aliviar o desconforto, melhorar a qualidade de vida e proporcionar maiores chances de concepção, evitando falhas da adenomiose na FIV.

A adenomiose pode levar a infertilidade feminina?

A relação entre adenomiose e infertilidade feminina ainda gera debates entre especialistas, mas algumas pesquisas indicam que a doença pode, de fato, dificultar a concepção. Isso acontece porque a adenomiose está associada a uma inflamação crônica e as alterações estruturais do útero que podem prejudicar a implantação do embrião e afetar a capacidade do útero de sustentar uma gravidez.

Embora a condição não seja a única causa da infertilidade, as chances de engravidar podem ser reduzidas. No entanto, nem todas as mulheres com adenomiose são inférteis, tornando ainda mais importante ter um acompanhamento individualizado e preciso para cada paciente.  A combinação de adenomiose e FIV deve ser cuidadosamente gerenciada para aumentar as chances de sucesso.

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Quem tem adenomiose pode fazer FIV?

Sim, adenomiose na FIV não é um dos fatores que impedem o tratamento. Pelo contrário, a técnica de reprodução humana assistida pode ser uma opção vantajosa quando a adenomiose interfere na fertilidade natural.

A fecundação pela FIV acontece em laboratório, livre das alterações no útero causadas pela adenomiose, aumentando as chances de um embrião saudável se desenvolver. Além disso, a transferência dos embriões é realizada quando o endométrio está mais receptivo, otimizando as chances de implantação.

Como a doença pode interferir no procedimento?

A adenomiose na FIV pode estar associada a níveis elevados de prostaglandinas e citocinas, que prejudicam a qualidade dos folículos ovarianos e dos óvulos, impactando negativamente a maturação, a fecundação e o desenvolvimento embrionário.

Outra questão importante, é que a inflamação associada à adenomiose pode afetar a qualidade do endométrio, tornando-o menos receptivo à implantação.

A adenomiose pode prejudicar a gestação?

A adenomiose na FIV já é considerada uma preocupação, e quando se trata da gestação em si, tal preocupação pode se expandir. Em geral, mulheres com adenomiose que engravidam por meio da FIV devem ser monitoradas de perto por seus médicos para garantir uma gestão adequada da gravidez e minimizar seus possíveis riscos.

Portanto, as chances de problemas durante a gestação causados pela adenomiose na FIV são mínimas e, se ocorrem, estão mais relacionados à doença em si do que em à sua relação com o tratamento de reprodução assistida.

Tem dúvidas sobre a FIV? Agende uma consulta!!

Como tratar a adenomiose antes da FIV?

O tratamento da adenomiose antes da FIV pode envolver várias abordagens, dependendo da gravidade da condição e dos sintomas apresentados pela paciente. Tratamentos hormonais, como agonistas do GnRH, podem ser usados para reduzir o tamanho das lesões de adenomiose e melhorar a receptividade endometrial.

Outros tratamentos hormonais ou não hormonais também podem ser administrados, como:

  • Progestagênios;
  • Pílulas anticoncepcionais;
  • Cirurgia (em casos graves).

A combinação desses tratamentos pode ajudar a preparar o útero, e aumentar as chances de uma gravidez bem-sucedida com adenomiose na FIV. Para saber mais, agende sua consulta com um médico especializado da Clínica Pronatus!

 

Fontes:

Clínica Pronatus

Organização Mundial da Saúde (OMS)

A Pronatus oferece um laboratório próprio, especializado e com corpo técnico qualificado para a realização das técnicas de reprodução assistida, objetivando melhores resultados e controle dos procedimentos.

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